Edição 33

Capa Edição 33

EDITORIAL
Há oito anos atrás, num papo entre amigos e colegas de trabalho chegou-se num consenso de que todos tínhamos a vontade de ter a nossa própria publicação, já que trabalhávamos “montando” revistas para terceiros.
O que todos concordaram é que deveria ser um veículo para o esporte, como somos amantes das artes marciais e do surf, por que não misturar os dois? Somando a isso algumas matérias de saúde, nutrição, lançamentos e comportamento, estava formado o projeto editorial.
Mas como criar uma revista sem querer bater de frente com publicações já consagradas, tanto de artes marciais quanto de surf? Principalmente sem ter dinheiro para investir, tendo apenas know-how e muita força de vontade?
Combinamos então que a revista teria uma distribuição gratuita e, para facilitar o manuseio do leitor, definimos que seria no formato pocket, ou seja, revista de bolso. Sem muita pretensão definimos o maior diferencial da PEGADA entre todos os veículos.
Como sempre fui praticante de Jiu-Jitsu, a ideia inicial era uma revista voltada para a arte suave, tanto que logo na edição de lançamento publicamos uma matéria polêmica sobre a existência de duas Federações da modalidade em São Paulo, a cobertura de eventos de ambas as entidades, matérias de saúde voltada a atletas e o que estava rolando nas praias de todo o Brasil e do mundo. Foi um grande sucesso, a aceitação do público superou todas as expectativas.
Estávamos trabalhando na edição número 01 quando veio a notícia de que teria um grande evento de MMA, um termo novo na época que vinha substituindo o Vale Tudo. O Show Fight foi um marco para as lutas, não só em São Paulo quanto para todo o Brasil e, principalmente, redefiniu a trajetória da PEGADA, que em um curtíssimo prazo, deixou de ser uma publicação de Jiu-Jitsu e passou a ser uma revista de artes marciais, priorizando a arte suave, o MMA, e logo em seguida também o Muay Thai e KickBoxing. Não deixamos de lado outras modalidades como o Boxe, Luta Livre, Judô, Capoeira, etc, o fato é que seria impossível cobrir todas as modalidades.
Esta trajetória não foi um “mar de rosas”, pelo contrário, tivemos vários percalços, mas a PEGADA foi sobrevivendo a cada um deles, se fortalecendo a cada dia e, principalmente, ganhando respeito e admiração.
Hoje somos um dos principais veículos nacionais, claro que temos muito para crescer, ainda mais para aprender, mas o retorno de nossos leitores são o maior e melhor combustível para não desistir desta batalha jamais!
Gostaria de agradecer a todos que direta ou indiretamente fizeram parte desta história. Todos os anunciantes que acreditaram no nosso trabalho, em especial àqueles que continuam firmes e fortes a cada edição. Obrigado a todos os colaboradores seja com textos, seja com fotos, todos são muito importantes. Obrigado à minha família pelo apoio e paciência, afinal a maioria dos eventos são nos finais de semana.
E obrigado a você, leitor, por fazer da PEGADA o que ela é hoje!
Que DEUS abençoe a todos nós!
Até a próxima
Marcos J. Santos

Confira a edição completa que foi publicada em agosto de 2013

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